Postado em:
29 maio, 2013

5 Lendas urbanas brasileiras que você (provavelmente) já acreditou!

É bem provável que você tenha escutado algumas destas histórias que terão neste post! – uma loira misteriosa que vive no banheiro da escola, aquele seu disco favorito que – na verdade – esconde uma mensagem do diabo ou um homem assustador que leva embora criancinhas que se comportam mal. E nós aqui fizemos uma lista com as 5 Lendas urbanas brasileiras que você (provavelmente) já acreditou. Será que são todas historinhas ou há um fundo de verdade?

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5 – A Gangue do Palhaço

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Tudo começou quando o Notícias Populares (um jornal que circulou em São Paulo entre 1963 e 2001) retomou na série “Crimes que abalaram o mundo”, publicada na década de 1990, a história de um palhaço que assassinou dezenas de criancinhas nos EUA nos anos 1960. Não demorou muito para que tivesse início um boato sobre a chamada “Gangue do Palhaço”. Como quem conta um ponto sempre aumenta algo (ei, eu sei que você faz isso com aquela ‘gata’ que você pegou no ultimo carnaval), logo a lenda se tornou tão detalhada que parecia até verdade: dizia-se que o grupo de criminosos era liderado por um palhaço da cidade de Osasco que roubava órgãos em uma Kombi azul.

4 – Homem do saco

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Pais desde os tempos imemoriais usam o medo para educar seus pequenos pupilos (pra que melhor não é?). Segundo a lenda, um velho assustador que perambula pelas ruas sequestra crianças que saem de casa sem a companhia de um adulto. Outra versão da história (ainda mais cruel), é que o Homem do Saco faria o trabalho inverso ao do papai Noel: ao invés de visitar as crianças boazinhas e deixar presentes, como o Papai Noel, o velho malvado visitaria apenas os desobedientes e os levaria embora dentro de seu saco (o que ele carregava atrás das costas, seu pervertido).

3 – A loira do banheiro

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Essa com toda certeza é uma das lendas urbanas mais conhecidas. Segundo a lenda que uma jovem e bela menina matava aulas no banheiro da escola. As versões sobre a sua morte são variadas: alguns dizem que a pobre garota escorregou e bateu a cabeça, outros afirmam que ela teria se suicidado ou, até mesmo, sido assassinada. Inconformada com a morte prematura, ela passou a assombrar os banheiros da escola, e não faltam relatos de estudantes que juram ter visto perambulando entre as privadas. Como muitas lendas urbanas tem uma lição de moral, nada de matar aula no banheiro.


2 – Xuxa e seu pacto com o demo

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(nesta lenda eu acredito)

Mais uma lenda que é bastante conhecida! .Nada de “doce, doce, doce, a vida é um doce, vida é mel” – dizia-se a lenda que “sangue, sangue, sangue” era o refrão lado B da canção Doce Mel. Na década de 80, teorias conspiratórias ligavam Xuxa ao diabo (só isso explicaria sua ascensão ao estrelato, aparentemente) e garantiam que seus discos escondiam mensagens satânicas. Para ouvir o refrão “alternativo”, era só girar o LP do álbum Xou da Xuxa no sentido anti-horário. Como se não bastassem as supostas mensagens subliminares escondidas em suas músicas, as bonecas da Xuxa também faziam parte da polêmica: reza a lenda que os brinquedos ganhavam vida durante a noite e assassinavam suas donas.

1 – As facas escondidas nos bonecos do Fofão

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Ninguém conseguia resistir ao charme das bochechas avantajadas do (aparentemente) inocente alienígena vindo do planeta Fofolândia (nome super criativo esse né?). Fofão, personagem vivido na TV por Orival Pessini, fez tanto sucesso ao lado da turma do Balão Mágico, no início da década de 80, que ganhou seu próprio programa na Rede Bandeirantes em 1986. Não muito tempo depois, ganhou também um boneco feito à sua imagem, que virou febre entre a criançada – pelo menos, até inspirar uma lenda urbana pra lá de macabra. Dizia-se por aí que o recheio do brinquedo não era tão fofinho assim: quem abrisse sua barriga encontraria dentro do boneco uma faca negra. Pacto com o diabo era a explicação mais popular – e até a semelhança entre Fofão e Chucky, o brinquedo assassino, foi apontada. Quem já estripou o boneco garante que a “coluna vertebral” do Fofão era mesmo feita com um objeto pontudo. Acredito que várias mães devem ter brigado com crianças que destruíram seus queridos bonecos!


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